20 dezembro 2010
11 outubro 2010
Lógicas
Alguém me explica esta lógica?
Numa escola há um professor do 2º ciclo que vai ficar de atestado médico durante um mês ou dois. O Sr Director põe o horário, temporário, a concurso e... pede um professor do 3º ciclo (propositadamente).
Ando aqui às voltas com os meus botões mas não consigo perceber a lógica, ainda por cima quando este professor do 3º ciclo foi pedido PROPOSITADAMENTE para dar 2º ciclo... Será que os professores do 2º ciclo não são competentes?
01 outubro 2010
Outra pergunta [sem resposta]
Por que é que os senhores automobilistas ficam parados em
cima destas linhas amarelas (sabendo de antemão que é proibido avançar
"se for previsível que a intensidade do trânsito obrigue à imobilização
do veículo dentro daquela área"), impedindo o trânsito
(do sentido perpendicular) de avançar,
quando fica sinal verde?
Será que já se esqueceram das regras de trânsito?
Ou é só falta de civismo mesmo?
28 setembro 2010
Não percebo...
Realmente não percebo o que se passa com os encarregados de educação de hoje em dia. No meu tempo a educação era rígida, ai de mim se "pisasse o risco". Coisa com a qual concordo completamente, pois fazer cumprir regras não quer dizer não quer dizer que os pais não gostam dos filhos, antes pelo contrário.
Em duas semanas de aulas uma aluna minha (vinda de outra escola, onde tinha "más companhias" e com idade para estar pelo menos 3 anos mais à frente) já faltou a muitas disciplinas, chegou constantemente atrasada a outras e parece que não gosta muito de ser chamada à atenção. Liguei na semana passada à mãe, que ficou muito admirada com tantas faltas e tal comportamento da sua educanda. Disse-lhe também que num dia não tinha entrado na escola, tendo ficado na conversa com outros jovens. Ao que a senhora me questionou se eram "os meninos da escola da frente" (supostamente más companhias para a filha, pois é uma escola profissional). Obviamente que não sei tais pormenores. A senhora, muito preocupada, lá ficou de falar com a filha e decidiu ir levá-la e buscá-la à escola, para que assim tenha a certeza onde se encontra durante o dia.
Ontem a menina faltou a algumas disciplinas e hoje faltou todo o dia (nem sequer chegou a entrar na escola).
Hoje, claro que liguei novamente à progenitora. Ficou muito admirada com as faltas desta semana da sua cria. [Admirada fiquei eu da miúda não ter levado uma boa repreensão e de continuar a faltar, mas pronto!] Disse-me que tinha tido uma conversa com a filha, que lhe disse que eu exagerei, que não eram assim tantas faltas e que não precisava de a levar e ir buscar à escola, porque já não faltava mais...
Enfim... Há coisas que não percebo mesmo... Mas os encarregados de educação são parvos, ingénuos ou só estúpidos mesmo? Não sei explicar este fenómeno...
(Felizmente já conheci encarregados de educação como deve ser, mas são tão poucos, tão poucos!)
(Felizmente já conheci encarregados de educação como deve ser, mas são tão poucos, tão poucos!)
27 setembro 2010
ET's
13 setembro 2010
Egoísmo
Que as pessoas são egoístas, individualistas e outras coisas terminadas em "istas" já não é novidade nenhuma, mas há uma coisa que me anda a irritar bastante. E ultimamente tem sido mais "usual".
Só pergunto uma coisa: mas por que raio é que as pessoas que estacionam de frente têm de ocupar 2 lugares? Ultimamente só tenho "apanhado" gente que estaciona entre 2 lugares (com o risco exactamente a meio do carro), ou um dos lados do carro em cima do risco ou ainda com uma parte do carro já no outro lado do risco. Isto impossibilita o estacionamento de outro carro e em Lisboa NÃO é nada fácil encontrar lugar a certas horas. Também tem acontecido frequentemente no meu local de trabalho, onde os lugares são limitados.
Esta atitude do tipo "já me desenrasquei, os outros que se lixem" irrita-me profundamente...
09 setembro 2010
People are strange
People are strange, when you're a stranger
Faces look ugly when you're alone
Women seem wicked, when you're unwanted
Streets are uneven, when you're down
When you're strange- faces come out of the rain (rain, rain)
When you're strange- no one remembers your name
When you're strange, when you're strange, when you're strange
Faces look ugly when you're alone
Women seem wicked, when you're unwanted
Streets are uneven, when you're down
When you're strange- faces come out of the rain (rain, rain)
When you're strange- no one remembers your name
When you're strange, when you're strange, when you're strange
Vias de extinção ou extinção?
Parece-me que hoje em dia não são só os seres vivos que estão em vias de extinção ou extintos. Creio que há uma série de valores, ou qualidades, ou características, sei lá, que estão em extinção.
Parece-me que a honestidade, o companheirismo, a sinceridade, a gratidão,... já foram mesmo extintos em certos seres humanos. Para o lugar deles foram os seus antónimos...
É uma consequência da mutação dos tempos, (calculo), mas custa-me a aceitar...
08 setembro 2010
Novo ano lectivo
Pois é...
Aqui o sítio tem estado muito parado nos últimos tempos, ou seja, nos últimos meses... A verdade é que no final do ano lectivo passado descobri uma coisa. Não que me surpreenda, não que me desiluda (que não tenho ilusões), mas a verdade verdadinha é que é tudo igual. As escolas são todas iguais, e porquê? Porque têm pessoas, e onde há muita gente junta já se sabe no que dá. Continuo a apreciar certas coisas daquela escola (o rigor, a organização,...) mas as pessoas são todas iguais em todo o lado.
Quando tem que se apelar ao bom senso, ui está tudo estragado! E ao longo destes últimos anos a legislação tem mudado, para beneficiar uns (certas pessoas que eu cá sei) e para prejudicar outros (eu!). Compreende-se que hoje em dia o tempo de serviço não seja distribuído consoante a graduação profissional (salvo algumas excepções, claro)??? Eu cá não concordo, e sim! estou a puxar a brasa à minha sardinha. Quando eu era contratada ficava com "os restos" ou seja, com as turmas que "sobravam", as que ninguém queria. Se eu gostava da situação? Claro que não, mas ficava caladinha e pensava que um dia também chegaria a minha vez. Pois, chegou a minha vez, e o que aconteceu? Eu não tive nenhuma prioridade por ter mais graduação profissional nem por ser a única pessoa efectiva na escola. Chateia-me bastante que haja leis a permitirem estas coisas...
Estou cá com uma vontade de trabalhar...
01 abril 2010
23 março 2010
Lições

O pequeno Zeca entra em casa, depois das aulas, batendo fortemente com os pés no soalho da casa. O seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, acompanha-o desconfiado. Antes que o pai dissesse alguma coisa, diz irritado:
- Pai estou com muita raiva. O João não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
O pai do Zeca, um homem simples mas cheio de sabedoria, ouve, calmamente, o filho que continua a reclamar:
- O João humilhou-me à frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta, calado, enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino acompanhou-o, também calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai propõe-lhe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está a secar no estendal é o teu amiguinho João e cada pedaço de carvão é um mau pensamento teu, endereçado a ele. Quero que deites todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O estendal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, aproxima-se do menino e pergunta-lhe:
- Filho como te estás a sentir agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso diz-lhe:
- Vem comigo até ao meu quarto, quero mostrar-te uma coisa.
O filho acompanha o pai até ao quarto e é colocado em frente de um grande espelho onde pode ver o seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia ver os seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, diz-lhe ternamente:
- Filho, tu viste que a camisa quase não se sujou; mas, olha só para ti... O mau que desejamos aos outros é como o que te aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com os nossos pensamentos, a sujidade, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Autor desconhecido
05 março 2010
Alguém me explica?
Por acaso alguém me consegue explicar por que razão, quando estamos naquelas filas intermináveis de trânsito (como por ex no IC19), em situação de pára-arranca (é mais páraaaaaaaaaaaaaa-arranca), com 3 faixas, os automobilistas passam o tempo todo a mudar de faixa, sempre que apanham uma "abertazinha" numa das vias do lado?
É uma das coisas que me irrita profundamente!
04 março 2010
Encarregados de Educação

Confesso que já me está a irritar bastante os bitaites (sim, bitaites para não dizer outra coisa pior) dos Encarregados de Educação em geral.
Parece que agora também percebem de como os professores devem agir nas aulas. Parece-me que aprenderam umas palavras novas e usam-nas "a torto e a direito". É em turmas minhas e nas outras... Os srs pais / Encarregados de Educação aprenderam duas palavras novas e toca a usá-las sempre que abrem a bocarra, mais valia estarem caladas, mas pronto, lá se acham conhecedores da matéria...
Agora por tudo e por nada "os professores têm de motivar os alunos", "os professores têm de usar outras estratégias"! Ai sim?! Não me digam! Vejam só que eu nem tinha conhecimento de tais vocábulos! Por amor de Deus!
E que tal se dessem educação aos filhos?
E que tal se arranjassem tempo para lhes dar atenção?
E que tal se lhes transmitissem regras e valores?
E que tal se os castigassem quando se portam mal?
E que tal se lhes dessem carinho em vez de os comprar com porcarias para compensar o NENHUM tempo que passam com eles?
E que tal prestarem atenção à vida de canalha que os filhos levam e lhes dessem o devido correctivo?
(...)
Mas será que aquelas bestas quadradas não têm consciência dos monstros e / ou alarves que estão a criar? Acham que ganham muito em acreditar e corroborar com as mentiras que os seus santos filhos dizem dos professores? Não têm consciência que o professor é um profissional como outro qualquer e, como tal, merece respeito? Mas agora estudar já deixou de ser obrigação para os ESTUDANTES?
Era correctivo para o filho e correctivo para o pai /mãe!
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